Luz Própria

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Funcionário preso no banheiro da sala de reunião. Muito boa!

Histório contata por outra pessoa da equipe….


Enquanto isso… Na sala de reunião

Como todo mundo sabe, o local de trabalho requer determinada seriedade. Mas, nem todos os lugares são assim, aqui, por exemplo, todo mundo brinca com todo mundo, CLARO que responsabilidade e competência são muito bem vindos.

Mas sempre, em qualquer lugar (e é em qualquer lugar mesmo) existem os chamados “fanfarrões” – pra você que não sabe o que é isso, é sempre aquela pessoa que gosta de zoar os outros colegas de trabalho, atormentar (no bom sentido), enfim, dar uma descontraída no ambiente. Pois então, o fanfarrão da Luz Própria ta sempre fazendo brincadeira e agitando a galerinha.

Tá, até ai tudo bem… nada mais normal. Normal? É… até certo ponto, porque o episódio que vou contar aqui é no mínimo engraçado.

O fato aconteceu no dia mais comum de trabalho que se possa imaginar. Todos do departamento de web sentadinhos, programando, curtindo um som… Mas, peraí, tinha alguém faltando, ou melhor, “alguéns”. O Gabriel, nosso “patrãozinho”, tava em mais uma das centenas de reuniões que tem por semana. Mas e o outro indivíduo que estava faltando? Pois bem, pra variar o Fanfarrão não tava na sala.

Como todo mundo tinha acabado de chegar do almoço, ninguém estranhou a ausência do ser. E como eu disse antes, tudo corria na mais perfeita normalidade e harmonia até chegar uma mensagem no celular de Fulano, aí pronto, começou o trupé… O povo ria que não se agüentava, parar sentado na cadeira, impossível! O celular ia passando de mão e mão e cada um que pegava, ria mais ainda. Menos uma, a pessoa aqui que vos falava olhava tudo com aquela cara de paisagem, meio han?!

“Merda! to no banheiro e ta tendo reunião! haha da um toque pro Bié leva o cliente pra toma um cafézinho “pohaaa”! kkkk aliás, vo espera… senão o Bié vai abri a porta! kcete! num creio afs”. Essa, foi a bendita mensagem.

Ele disse merda?! Merda é o que ele foi fazer no banheiro…

DETALHE: quando a coisa aperta, o recomendável é que se faça as necessidades fisiológicas no banheiro da sala de reunião e não no da recepção nem do estúdio. Isso é “pra não fedê pro nosso lado” – literalmente, se é que você me entende.

É muuuuito azar pra uma pessoa só, imagine a situação: o cara lá passando aqueeeele fax, relaxado, numa boa (numa boa eu não sei, depende do que ele tinha comido no almoço) e… eis que surge Gabriel, cliente, reunião…

É, pois é, passado o surto de gargalhada o pessoal até que tentou ajudar o “Fanfa”, Ciclano decidiu ligar pro patrão, avisando que havia ali um indivíduo em pleno serviço.

O patrão, naquela situação, já nem sabia o que fazer. Pediu, delicadamente, licença pros clientes, bateu na porta do banheiro e gritou: “Sai daí japonês!”.

Não é por nada não, mas eu até imagino a cara do Fanfa ao ser finalmente descoberto, garanto que os olhos pelo menos nunca tinham ficado tão arregalados como naquele dia. Bom, qualquer nessa hora sairia do banheiro com aqueeela cara, daria um sorrisinho amarelo, pediria desculpas e desceria pra sala com o “rabinho entre as pernas”, certo?!

Errado! O ser mesmo sendo descoberto, ficou lá e participou da reunião sentado no “trono” mesmo. Nessas horas, a seriedade da reunião já tinha ido pro beleléu, né… os clientes riam, o patrão ria e, certeza, o Fanfa devia ta rindo muito nessa hora – nem que fosse de nervoso.

A reunião terminou, os clientes foram embora, o Bié entrou pra sala… Mas e o Fanfa, onde foi parar?! Ah, não… não era possível que a pessoa (quase 1 hora depois) ainda estivesse no meio “serviço”.

É… aí seria demais até pra ele. O ser saiu do banheiro (depois de todo mundo, claro) e ficou escondidinho por aí. Ele sabia que ia ser muuuuuito zoado: fato! Entrar na sala, nem pensar, a pessoa desconversava mas não entrava. Foi então, que o Bié teve de trazer o indivíduo de volta pra sala, quase que pela mão.

Nossa, (e nossa mesmo) foi entrar na sala da web que todo mundo caiu na mente do coitado. Mas, por quê cargas d’água o “mamífero” não saiu do banheiro ao ser anunciado? Segundo ele, é porque tava no meio do “download”.

Apesar de engraçada, a história serviu de lição. Banheiro da sala de reunião? Ah, vai demorar um bom tempo até alguém se atrever a usar. Ninguém vai correr o risco de ser pego no meio da tarefa, e acabar virando M. de novo!

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